Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 04/07/2018

Nos EUA nas prisões raramente há rebeliões, e se acontecem são logo resolvidas sem maiores conflitos, as celas não têm mais que três presos e os agentes são bem preparados. Contudo, em nosso país os motins são constantes e graves, as cadeias são superlotadas e a maioria dos seus funcionários, além de mal pagos por serviço que demanda muita responsabilidades, são pouco preparados.

Pode-se mencionar, por exemplo, que um encarcerado custa três vezes mais que um aluno de escola pública estadual, segundo um pesquisa feita pelo jornal O Globo. Contudo, os recursos destinados ao sistema carcerário brasileiro é mal usado, haja vista a notória situação dos cárceres, com celas mais que lotadas e falta de estruturas para atividades laborais e de lazer, sem levar em consideração as brigas constantes entre presos e mortes daqueles que foram condenados por estupro, pedofilia ou assassinato de uma mulher, por exemplo, por outros aprisionados que acham que esse grupo é mais criminoso que eles mesmos.                Outros, porém, afirmam que o sistema prisional deve punir, primeiramente, no entanto, no Brasil, ele presa pela ressocialização dentro dos presídios, apesar de em muitos casos isso não ocorrer. Segundo o especialista em segurança Marcos Bejamim, é dever do estado assegura os que estão na prisão, mas deve prover de tudo para que ele seja punido com disciplina: punições e benefícios.

Em virtude dos fatos mencionados, o Ministério da Segurança Pública deve elaborar diretrizes que se estenda a todo o território nacional, na qual estabeleça regras para o bom uso das verbas, bem como exija dos internos disciplina, como os modelos utilizados nos Estados Unidos. Assim, punindo-os, com a solitário, por exemplo, aos que não respeitarem as regras, e bonificando-os, com a redução de pena dos que trabalham, estudam e tem boa disciplina.