Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 06/06/2018
Segundo Geraldo de Arruda, coordenador do sindicato dos funcionários do sistema prisional, a elevada parcela de presos para pouca estrutura, prejudica no trabalho dos agentes penitenciários. Diante disso, brigas e rebeliões ocorrem de forma constante, e quem sofre com isso são os gestores dos presídios, a família e até mesmo os detentos.
Em primeiro plano, a ausência de atividades de ressocialização muitas vezes, fazem com que, os presos voltem pra casa com a mesma má atitude, e tornem a retornar ao carcérie. É dever do Estado cuidar do bem - estar do detento, assim diz a lei nº 7.007, porém , com a superlotação os indivíduos ficam expostos a atribuírem doenças, pela falta de higiene da " jaula".
Em segundo plano, a violência dentro das prisões só aumentam, é pequena a quantidade de agentes para a dos presos, fica difícil monitorar todos e conseguir dar fim as brutalidades . De acordo com dados do Conselho Nacional de Justiça, um à cada quatro condenado, ao sair da detenção, volta à criminalidade, o que mostra que prender apenas não resolve, mas é essencial socializa - los.
Em face dos argumentos utilizados, para intervir nesta problemática, é necessário que o estado contrate mais promotores, defensores públicos e juízes para agilizar os processos, através dos concursos públicos, e também com a empregação de um número maior de agentes de segurança prisional para fiscalizar os presos.