Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 18/06/2018
No final do século dezoito que começam a surgir os primeiros projetos do que se tornariam as penitenciárias. O sistema carcerário no Brasil é conhecido especialmente por suas deficiências, e sobretudo por sua má administração política. Culminando a um precário sistema prisional, agravado pela superlotação e o fortalecimento do crime organizado dentro delas.
Cada vez mais a população carcerária cresce e poucos presídios são construídos para atender à demanda das condenações. Ademais, A superpopulação nos presídios representa uma verdadeira afronta aos direitos fundamentais, visto que a dignidade da pessoa humana é um dos princípios basilares da constituição brasileira. Impedindo que possa existir qualquer tipo de ressocialização e atendimento a esses.
Acrescenta-se a isso que as organizações criminosas proliferam-se por todo o país, asseguradas ainda por cima pela má administração e da precariedade dos sistemas carcerários estatais. A ociosidade faz com que a detenção sejam transformados em base de comando para os presos, ordenando o crime fora e dentro delas. Sendo responsáveis pelo controle do narcotráfico e crimes organizados existentes no país.
Entretanto, o controle da atividade do detento trouxe diversos benefícios para si, adquirindo um papel fundamental na sociedade, realizando intensa atividade de reintegração social. Criou-se no Brasil, o Instituto da Remissão, que prevê a redução de um dia da pena para cada três dias de trabalho, variando de seis a oito horas diárias. Tal programa trouxe uma luz no fim do túnel a esses esquecidos sociais.
Assim, resolver a crise do sistema carcerário brasileiro é um processo árduo e que requer tempo visto os diversos empecilhos, como a superlotação e o fortalecimento do crime organizado. Medidas fazem-se necessárias, cabendo ao estado a intensificação de políticas públicas que erradiquem a pobreza , assim como a restruturação do ensino fundamental, que previnem o adentramento à criminalidade.