Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 25/05/2018
O número de detentos no Brasil cresce aceleradamente, um documento divulgado pelo Ministério da Justiça revela um crescimento de 161% no total de presos desde 2000. Com a elevada demanda para atender toda a população prisional brasileira e o crescimento acelerado dessa demanda, as prisões do país passam por condições cada vez mais precárias.
Apesar dos recentes investimentos do governo para as prisões, essas continuam alocadas na precaridade, de acordo com o relatório publicado pela Infopen, em 2014 o número de presos atingiu 607.731 pessoas, o que deu ao Brasil o quarto lugar no ranking das maiores populações prisionais do mundo. Um gráfico publicado pela Ifg mostra que esses números estão crescendo, através de uma previsão para o ano de 2034 que expõe a ultrapassagem do Brasil em relação aos Estados Unidos, chegando aproximadamente em 2.300.000 detentos.
Outras unidades prisionais brasileiras são as Apacs, administradas por ONG’s e entidades da sociedade civil, vistas como um modelo ideal para a ressocialização dos presos. Porém essas unidades abrigam apenas 1% de toda a população prisional, por alegarem que este sistema prisional facilita a fuga dos detentos.
Enquanto o número de presos tiver um crescimento acelerado a precaridade dentro das prisões irá existir, e a melhor forma para evitar que isso aconteça é investir não em novas celas, e sim na educação dos jovens para que não precisem ser presos.Portanto o Governo Federal junto ao MEC poderia criar projetos dentro das escolas para que os jovens tenham uma socialização melhor, além de criar projetos dentro das cadeias para cumprir com o objetivo de ressocialização dos presidiários, fazendo com que esses tenham uma vida digna e se afastem da criminalidade ao retornar para o convívio em sociedade.