Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 24/04/2018
Atualmente o Brasil é a 4º população do mundo, contendo aproximadamente 600 mil carcerários. O número de presos no Brasil triplicou nos últimos 14 anos, sendo o trafico de drogas uma das causas. Equivalente 40% dos presos brasileiros não foram condenados ainda, por falta de defensores públicos, ocasionando na superlotação dos presídios. Contudo, não apenas o trafico de droga, mas furtos e roubos é um dos motivos que acabou ocorrendo a triplicação dos presos nesses últimos anos, e mesmo sendo presos em flagrante não são julgados de imediato até porque a maioria dos crimes não tem testemunhas comuns apenas policiais que os prederam, a falta de defensores públicos é um grande obstaculo para que as penas sejam resolvidas de imediato, gerando a superlotação, pois os carcerários esperam até mesmo anos para serem julgados e no final alguns são absolvidos.
O Brasil sendo a 4º população do mundo, equivale a toda população do estado de Aracaju, é um grande número de presos. 567% dos presos são mulheres, por motivos de trafico de drogas, para a diretora da Políticas Penitenciárias do Departamento Penitenciário Nacional (Depen) isso é um obstaculo para as famílias do Brasil, gerando a desestabilização das famílias brasileiras e ocasionando ainda mais a criminalidade nas ruas.
A fim, os carcerários devem viver dignamente nas cadeias, tendo auxílio saúde, refeição e a reinclusão deles na sociedade. É preciso que haja compartilhamento entre a sociedade e o estado para o introduzir o preso novamente tendo os mesmos direitos que um cidadão normal, podendo fazer trabalhos justos diminuindo suas penas enquanto estão na cadeia, atividades culturais, cuidando de sua saúde. Podendo também o Estado fazer palestras para os cidadãos, de que os presos são pessoas normais como nós depois da sua ‘‘reabilitação’’, e pode ter uma segunda chance para poder voltar a sociedade e mostrar que é um indivíduo diferente e podem viver como qualquer outro ser humano perante a sociedade.