Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções

Enviada em 22/04/2018

Superlotação de prisões brasileiras

A situação do sistema carcerário brasileiro atualmente está crítica, pois é um momento de alta instabilidade na organização da carceragem, assim sendo, muitas prisões estão superlotando com prisioneiros que já deveriam estar livres e vários que nem deveriam estar lá. Em torno de 240 mil detentos do Brasil são presos provisórios, portanto, ainda estão esperando julgamento.

A falha do sistema carcerário brasileiro não começa na prisão, e sim no julgamento do detento. Por conta da falta de rendimento de tempo dos julgamentos atualmente, muitos prisioneiros são forçados à ficarem nas prisões, antes mesmo de serem julgados por seus crimes, por conseguinte, as prisões acabam superlotando.

Muitas prisões brasileiras não têm infraestrutura para receber um número absurdamente alto de detentos, deste modo, o cativo acaba sem seus direitos humanos, às vezes acumulando mais de 100 presos em uma cela que seria projetada apenas para 20 detentos. Por não ter a infraestrutura desejada para os requisitos atuais acabam acontecendo rebeliões dentro da própria prisão, e isto não é culpa da falta de guardas, e sim do acumulo indevido de detentos na devida prisão.

A resolução rápida e mais eficaz (com altos custos) para este problema seria: Organizar equipes de profissionais da área sociopsicológica para atuar na função de reintegração social de detentos que cometeram crimes de baixa periculosidade. Após isso, aumentar a quantidade de pessoas analisando os crimes, e organizar os detentos que cometeram crimes hediondos em alta prioridade, para então, anexá-los as prisões dentro de seus parâmetros base. Por ser uma opção de alta velocidade e funcionalidade pode se imaginar que também irá gerar alto gasto de verba pública para o projeto.