Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 20/04/2018
Todos sabem que, em nosso país, há tempos, observa-se desde o período colonial métodos adotados afim de punir indivíduos que praticassem atos de rebeldia na sociedade. Desde sempre, foi adotado o método carcerário com finalidade de reeducar e incluir o sujeito novamente ao meio social, mas, quanto a isto, muitas dúvidas surgem.
Ao se examinarem alguns presídios, verifica-se problemas como a superlotação, ausência de saneamento básico e o descaso a respeito da reeducação destas pessoas, logo, estas vivem uma luta diária para conseguir sobreviver em meio ao caos. A falta de água potável e de soluções para a higiene feminina só provam a falta de empatia por parte dos órgãos responsáveis pela coordenação destas penitenciárias, podendo gerar futuros problemas e até menos dificultar a reintegração do cidadão, levando este novamente ao mundo do crime, desta vez com mais repúdio e menos vontade de se autoajudar e colaborar para o crescimento social.
Outro problema presente é a incapacidade e o despreparo dos agentes penitenciários, que por diversas vezes não cumpre corretamente o seu trabalho na supervisão da saúde do preso, condição estrutural e asseio da cela e principalmente no combate a organizações criminosas que podem existir dentro do presídio.
Portanto, cabe aos responsáveis por estes locais melhorar a supervisão das condições em que os presidiários se encontram e resolver esse transtorno com urgência para que seja melhorado a reestruturação moral do indivíduo. Pôr em prática programas de treinamento para aprimorar o empenho dos agentes afim de atender melhor as necessidades existentes e evitar possíveis conflitos. Desta forma, o submetido pode sentir-se reconhecido e valorizado, sendo assim, estimulado a procurar por opções que favoreçam o seu novo modo de vida.