Sistema carcerário brasileiro: problemas e soluções
Enviada em 07/05/2018
Dignidade Para Todos
As primeiras prisões tem origem nos mosteiros da Idade Média. A igreja católica punia os religiosos que iam contra as Leis de Deus, os isolando para que meditassem, se arrependessem e pedissem perdão a Deus por suas ações. Nos dias de hoje, a prisão tem a função de repreender aquelas pessoas que vão contra as leis estabelecidas em determinado local, as fazendo refletir. Também serve para reabilitação do indivíduo no convívio social, porém o Brasil não tem cumprido esse quesito adequadamente.
A infraestrutura precárias das cadeias, torna a vida dos presidiários um verdadeiro campo de guerra. A superlotação, falta da devida atenção que deve se ter em separar as facções dentro das prisões, além da mistura de grandes criminosos com o restante dos presos, faz com que o conhecimento do crime organizado se espalhe, tome conta das prisões e converta novos recrutas.
A ausência de cuidado apropriado com os detentos também é um fator precário no nosso sistema penitenciário. Fornecer acesso a educação, saúde e possibilidade de profissionalização devem ser algumas das principais prioridades, pois é preparando e fortalecendo os presos para a sociedade que é possível fazer com que eles escolham seguir por um bom caminho em vez de voltar ao crime. A reinserção social é o que os mostra que suas vidas não estão perdidas e que ainda há motivos para tentar se reestruturar.
O governo deve tomar providências, implantando atividade que ocupem a a cabeça dos presidiários, como esportes, ofícios que gerem lucro para o próprio sustento, ensino, melhor acesso a saúde e reforço na segurança das prisões. Tais procedimentos com o objetivo de diminuir a superlotação, mais segurança dentro e fora das celas, maior quantidade de opções para o futuro dos encarcerados e condições dignas para eles, conduzindo-os para longe das atividades criminais e os certificar de uma vida digna voltada a cidadãos de bem.