Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)
Enviada em 20/10/2022
Durante toda a Idade Média a sociedade foi dividida em nobreza, clero e camponeses. Os camponeses viviam a margem das cidades, sendo vistos como inferiores e não tendo seus direitos de seres humanos respeitados. No Brasil atual, a segregação social ainda é uma realidade, que traz consequências ruins tanto para o indivíduo quanto para a sociedade, necessitando de medidas para combater.
Um exemplo dessa segregação são os ingressos para shows, peças de teatro e jogos esportivos, que oferecem opções de camarotes e áreas VIP. Nessa seleção são espaços exclusivos, em geral, com atrativos extras para dividir os privilegiados dos comuns. A partir deste distanciamento cria-se o preconceito e o desrespeito entre os ricos e os de menor classe social, pois o bem comum passa a ser utilizado apenas pelo último, enquanto, o primeiro se isola.
Desse modo, gradualmente vem tornando a sociedade arrogante com relação ao próximo. Os indivíduos não querem conviver entre si, porém, é em meio as pessoas que aprendemos a respeitar uns aos outros. No passado, membros das diferentes camadas sociais frequentavam as mesmas escolas e nestes ambientes aconteciam trocas de experiências, levando eles a respeitarem as diferenças.
Portanto, uma reforma na estrutura da sociedade atual é de extrema importância. O governo promoveria atividades recreativas nas escolas envolvendo as diferentes classes sociais. Além disso, a divulgação nas mídias digitais de vídeos conscientizadores gravados por entidades públicas. Ademais, o governo pode ajudar no desenvolvimento das classes periféricas, auxiliando com cursos como por exemplo a culinária, artesanato e manicure para que elas possam progredir socialmente.