Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)
Enviada em 20/09/2021
Conforme a Constituição Federal de 1998, todos têm direito de participar de atividades e situações cotidianas. No entanto, nem sempre esse direito é assegurado, uma vez que a segregação de classes ainda é um problema que persiste na sociedade brasileira. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos: os espaços para ricos e pobres e a falta de convívio por conta de preconceitos. Esses fatores impulsionam não só a permanência do entrave, como também o desrespeito aos princípios constitucionais.
Primeiramente, é indubitável que classes com maior poder aquisitivo tendem a criar e gerar espaços exclusivos, tais como salas vips. Desse modo, segundo o site Valor Real, as classes A e B voltaram a crescer 14,4% da população. Conquanto, isso justifica o aumento da seletividade e da seperação de ambientes, de acordo com a faixa salarial de cada indivíduo.
Outrossim, é visível o preconceito por parte de pessoas ricas, para com as pobres em relação ao contato entre as mesmas. Dessa forma, como afirmou o filósofo Karl Marx, a história da sociedade até aos nossos dias é de a história da luta de classes. Sendo assim, essas lutas na maioria das vezes, infelizmente não conseguem colocar um fim entre preconceitos, esses os quais podem levar a morte de pessoas e também severas consequências psicológicas.
Em vista dos fatos supracitados, faz-se necessário a adoção de medidas que venham amenizar a segregação de classes sociais no Brasil. Por conseguinte, cabe ao governo e ao Ministério da justiça, fazerem campanhas, por meio de outdoors, anúncios públicos e palestras, afim de que problemas como estes sejam mínimos no corpo social e que nenhuma evidência de preconceito, por parte disso exista. Somente assim, estará de acordo com a Constituição de 1998, onde todos terão acesso aos mesmos direitos.