Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)

Enviada em 22/09/2021

A desigualdade social no Brasil é uma das dominantes dificuldades do século XXI. Pobre e ricos não são tratados como semelhantes, formando uma discriminação. Determinada situação não é nova, estas coisas ocorrem desde a chegada dos portugueses no território, todavia, enxerga-se a urgência de uma mudança. Torna-se fundamental, desta forma, uma comum civil para realizar o bem-estar geral.

Juntamente com as revoluções industriais aconteceu um crescimento do êxodo rural, ainda assim, como cidades não estavam elaboradas para receber tal índice populacional, dando abertura as periferias. Dessa forma, a segregação social esteve clara. Cidadãos com particular estado financeiro viviam ou estão em diferentes regiões. Pode-se comparar esta situação com o Apartheid, regime segregacionista afluído na África do Sul, pois, neste regime, brancos e negros não coabitavam juntos, eles habitavam em diferentes locais. Da mesma forma está acontecendo no Brasil, Não, somente, entre brancos e negros, mas, entre pobres e ricos.

Desse modo, a separação das classes causa o preconceito e aos poucos vem deixando a sociedade arrogante em relação ao próximo. Além do mais, na década de 60, os componentes das diferenciadas camadas sociais coabitavam as mesmas escolas e ambientes ambientes acolhedores de experiências, levando eles a respeitarem as diferenças.

Assim sendo, uma reforma na estrutura da aristocracia é de extrema importância, ocorrendo campanhas políticas uma forma de começar. Pode-se dar início nas escolas, com atividades lúdicas envolvendo as diferentes classes sociais. Outrossim, a propaganda nas mídias digitais de vídeos conscientizadores gravados por instituições públicas. Além disso, o governo pode ajudar no crescimento das classes periféricas, auxiliando com cursos(culinária, artesanato, manicure) para que elas consigam desenvolver-se socialmente.