Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)
Enviada em 01/09/2020
A segregação das classes sociais é uma questão muito visível no Brasil. De acordo com o sociólogo brasileiro Darcy Ribeiro, o Brasil possue uma maldade intrínseca em sua herança, tornando a classe dominante enferma de desigualdade e de descaso. Assim, tal contraste é fruto de problemas mitigáveis, como a dificuldade de mobilidade social e a ineficácia de serviços públicos.
Preliminarmente, afirma-se que a dificuldade que pessoas enfrentam para ascender socialmente representa um obstáculo. Durante o decorrer da Idade Média, foi posto em prática o feudalismo. Neste sistema vigente, havia uma barreira, separando a nobreza dos camponeses. Deste modo, ocorria uma grande segregação, tornando inviável a mudança de situação dos menos desfavorecidos, que eram encarregados de exercer o papel social decretado pelos nobres. Paralelamente, associa-se tal conjuntura a realidade brasileira, que se encontra ‘‘feudalizada’’, devido à ampla desigualdade e falta de oportunidades a todos.
Em segunda análise, vale mencionar a ineficiência dos serviços dos serviços oferecidos pelo Estado. Promulgada, em 1948, a Declaração dos Direitos Humanos garante saúde, educação, entre outros serviços essenciais a todos. Entretanto, a realidade é o oposto, e o resultado de tal contraste tem grandes impactos sociais. Cada vez mais, no Brasil, ressalta-se a importância de utilizar serviços da inciativa privada, por serem de melhor qualidade. Deste modo, há uma separação, pois aqueles que obtém privilégios se separam dos desfavorecidos.
Infere-se, portanto, que o Estado tome medidas para melhorar o quadro atual. Isso pode ser feito através da melhoria dos espaço frequentado pela população, da saúde e educação. Outrossim, a partir da acessibilidade e oportunidades, Para tal, seriam utilizadas doações divulgadas por campanhas publicitárias e verbas governamentais. Como efeito social, a sociedade funcionaria de uma forma integrada.
ghl