Segregação das classes sociais no Brasil (Adaptado da FUVEST 2015)
Enviada em 05/05/2020
Durante grande parte do século XX os estádios de futebol tiveram uma grande convergência de classes sociais distintas, onde havia contato de culturas diferentes e menos preconceito. Entretanto, a situação na atualidade mudou, onde a segregação de classes no Brasil está cada vez menor, um exemplo disso é a vinda do camarote que separa o rico do pobre, tornando a situação cada vez mais preocupante. Desse modo deve-se analisar a situação para contorná-la.
Primeiramente, é dever do Estado contribuir com a segregação social no país. Segundo o pensador Thomas Hobbes, é obrigação do Estado garantir felicidade e bem-estar a seus habitantes, sendo a segregação social uma delas, pois, com o contato de culturas diferentes, diminuirá consequentemente a desigualdade social. Sendo assim, pode-se afirmar que o Estado apresenta papel importante no combate desta mazela.
Ademais, a falta de segregação condicionará as futuras gerações serem preconceituosas. Nesse sentido, pode-se associar a situação atual com a do Brasil Império, visto que no período Imperial apenas os ricos tinham direito políticos, diferentemente das pessoas pobres, fazendo com que se tenha certo preconceito com a classe mais baixa daquela socieade. Desse modo, pode-se afirmar que a falta de segregação condiciona o preconceito.
Portanto, pode-se afirmar que ainda existem barreiras contra a segregação social no país e medidas devem ser tomadas para resolver isso. Cabe ao Ministério da Educação contribuir com o aumento da segregação no país. Por meio de palestras e workshops ministradas nas escolas por sociólogos onde os alunos vão aprender desde cedo sobre segregação de classes distintas, preconceito e empatia. Para que futuramente, a população brasileira possa se desprender do pensamento Imperial, e seja uma sociedade mais segregacionista.