Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 07/02/2018
Ao se analisar o modo de vida da sociedade, é inegável que a percepção de estilo saudável tornou-se um fato não mais discutido. Hoje, o homem, ao se atentar demais em tecnologias que vem ao mundo continuamente, se esconde atrás de celulares e computadores, fechando os olhos para exercícios físicos que trazem uma vida saudável e que automaticamente, divergem do sedentarismo.
A evolução do ser humano trouxe com ele a sua inatividade, visto que nos primórdios da humanidade, grupos saíam para caçar podendo ficar até dias em busca de comida - e automaticamente movendo seu corpo, assim como habitantes do deserto faziam caminhadas longas até encontra água. Enquanto na contemporaneidade, devido à facilidade de se adquirir os bens, a sociedade se tornou cada vez menos ativa.
A realidade a se preocupar é que o sedentarismo além de trazer mal estar está acarretado a doenças que atingem a população tanto de modo direto como no fator da obesidade quanto em doenças como a diabete e o infarto.
É consenso que a tecnologia consome grande parte do tempo livre, visto que por meio dela é possível se divertir, conversar com colegas com que não se convivem diariamente e atualmente está sendo muito utilizada para o trabalho. Porém, quando os limites se tornam exorbitantes, não há tempo hábil para as atividades físicas serem praticadas. E isso se torna indiscutível pois há um número maior entre os quase 50% sedentários presentes no Brasil - segundo o IBGE- que preferem os aparatos tecnológicos à exercícios que beneficiam a saúde.
Portanto, iniciativas de mídias influenciadoras, que predominam nossa realidade, devem ser promovidas, como corridas ou campeonatos. Assim como o Governo deve instigar a prática de esportes promovendo campanhas que podem ou não ter algum tipo de recompensa.
No entanto, mesmo com muito incentivo advindo de diversos meios, a vontade de começar deve partir unicamente do cidadão.