Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 02/11/2017

Segundo Freud " O eu não é senhor da sua própria casa", é possível concordar com o filósofo quando analisamos o comportamento humano, frente a tecnologia e como a mesma influencia o sedentarismo.

Devido a cultura contemporânea de homens tecnológicos não existe palavra tempo para se referir á família. Perderam os costumes de se aproximarem e caminharem e praticarem esportes, como vêem perderam lugar para ficarem reservados, separados e individualistas, tudo isso acarretando para a obesidade fruto do sedentarismo. Comendo mal,retendo massa, bebendo muito refrigerante e jogando acumulam peso sem perceberem, engordam e   não conseguem mais  voltar ao corpo ideal. Então afastam dos amigos e se deprimem.Esse é o ciclo vicioso da tecnologia e sedentarismo que culmina para adoecimentos físicos e emocionais.

É notório que a tecnologia tem uma “magia” ao nosso alcance, gostosa de usar, vinculamos com o mundo, temos quantos “amigos” quisermos, e em qualquer hora, muito atrativo. Principalmente para jovens. Fechamos em nosso mundo particular e quase num estado de inércia física, onde não vimos ninguém ao nosso redor, conversamos com a máquina e ficamos horas longe do ambiente familiar, mesmo em corpo presente é  como se estivéssemos em outro lugar. Essa é a triste realidade da sociedade brasileira. Oque fazer para resolver a problemática que enriquece e empobrece ao mesmo tempo? É necessário uma ação pesada que desperte o povo brasileiro que vive como zumbi perdendo a maior riqueza que nós seres humanos podemos obter, a comunicação.

Governantes devem lançar campanhas usando a própria mídia que influencie a sociedade esclarecendo e estimulando as pessoas a largarem um pouco os entretenimentos tecnológicos, e investirem em esportes, caminhadas,comunicação e muito sol para ficarem vivos,corados e dispostos. Ademais devem lançar cartilhas em escolas, ensinando as crianças  desde cedo, o risco de usarem a tecnologia em excesso e perderem a saúde. E quanto aos viciados em tecnologia, as Ongs devem oferecer cursos voltados para os jovens, como lutas, xadrez e outros.  Enquanto brincam e aprendem outras formas de entretenimento os psicólogos de plantão os avaliam e os ajudam com conversas e acolhimentos.