Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 13/10/2017

As condições de vida e trabalho nos últimos anos vêm se alterando bruscamente, trazendo consigo vários problemas para o bem-estar humano. Dentre eles, o que mais preocupa os profissionais da saúde é o sedentarismo pois, com o avanço da tecnologia, tivemos certas práticas cotidianas reduzidas e substituídas por outras, onde o esforço físico para realiza-las é consideravelmente menor. Tendo isso em mente, devemos analisar como a falta de exercício físico pode afetar a saúde da população.

As pessoas já não precisam mais caminhar por longos períodos para chegar ao seus trabalhos ou às suas casas para isso basta que dirijam ou se utilizem do transporte público e, em alguns minutos, já estarão em seu destino. Outras já não exercem mais profissões onde a necessidade de locomoção é frequente, em vez disso ficam horas e horas sentados atrás de um computador em algum escritório. Mas, poucos pensam em realizar alguma atividade física que supra as necessidades do corpo em detrimento dessas mudanças.

Esse sedentarismo que, segundo a OMS, já atinge 60% da população adulta mundial, pode gerar graves consequências para a saúde uma vez que, gera deficiências metabólicas, como a diminuição da eficiência do trato cardiovascular, da síntese de açucares pelo corpo ou até mesmo da oxigenação de órgãos e tecidos. Ainda, alinhado a outros fatores como características genéticas e má alimentação pode gerar doenças como obesidade e diabetes que acarretarão em uma expectativa de vida menor para o indivíduo sedentário.

Levando em consideração os expostos acima, é de suma importância que os órgãos máximos de saúde, ONG’s ou as próprias comunidades de cada país invistam em campanhas de apoio a prática de exercícios físicos cotidianos implantando por exemplo, projetos de caminhada coletiva, incentivo a dança ou propagandas de conscientização da população a serem divulgas nas mídias sociais. Com essas medidas poderemos alcançar uma sociedade mais saudável e ativa em pouco tempo.