Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 04/10/2017
No filme, Wall-e, a população é retratada como completamente dependente das tecnologias. Eles comem alimentos industrializados constantemente e não interagem entre si, com esse alto grau de sedentarismo acabam desenvolvendo a obesidade. Fora das tela, a diminuição de atividades físicas, tanto no período laboral, quanto no lazer gera o aumento de pessoas sedentárias. Nesse sentido, medidas são necessárias para solucionar a questão.
O sedentarismo, caracterizado como a falta ou ausência de atividades físicas, contribui significamente para o surgimento da regressão funcional, perda da flexibilidade articulada e envelhecimento acelerado. Ademais, doenças crônicas podem surgir, agravando o estado de saúde do indivíduo, tais como: hipertensão, diabetes e obesidade, quando a falta de exercícios estiver associada com maus hábitos alimentares.
A maior facilidade na aquisição de bens financia o conforto da vida moderna. Visto que, desde o ínicio da industrialização e do exôdo rural os indivíduos se concentraram nos grandes centro, diminuindo o esforço físico, ou seja, se acomodaram. A preferência do uso de tecnologias a prática de esporte, somada a falta de incentivos governamentais contribui para o aumento de práticas sedentárias.
Visando amenizar essa situação preocupante, logo, cabe a execução de medidas conjuntas entre o Ministério da Saúde e os municípios, objetivando, politicas de deslocamento seguro para a pratica de atividades físicas em praças, pistas de caminhada e parques. Segundo Platão, não importa viver, mas viver bem. Dessa maneira, faz-se necessária uma reformulação parcial dos Ensinos Fundamental e Medio, aumentando a quantidade de aulas de educação física, garantindo uma melhor qualidade de vida no futuro dessa geração.