Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 02/10/2017
É inegável que o sedentarismo tem afetado, perigosamente, a população de maneira epidêmica, uma vez que as facilidades tecnológicas do século XXI aliado a uma rotina de atividades desempenhadas sem o mínimo de esforço físico, agrava o problema.
Referente ao sedentarismo, é fato que a revolução tecnológica trouxe diversas facilidades para o cotidiano, contudo, criou-se uma dependência tal, que os meio saudáveis de entretenimento, como a prática de esportes, foram substituídos por horas seguidas frente a TV ou computadores, o que além de tornar as pessoas reféns de tecnologia, afeta, de maneira crítica, a saúde dos indivíduos.
Além disso, é certo que grande parte das pessoas exerce atividades que não impõe o mínimo de esforço físico, haja vista que passam horas dentro de escritórios sentados frente ao computador ou até mesmo em salas de aula, o que associado as comodidades e imediatismo da tecnologia cria uma população sedentária e doente, como alerta o filme infantil Wall-E, da Disney, ao mostrar um futuro onde a humanidade deixou sequer aprender a andar devido à dependência das facilidades da tecnologia, que dispensa a locomoção.
Com isso, é urgente que o poder público unido a mídia, ao Ministério da Saúde e ao Ministério da Educação, incentive a prática de exercícios por meio do uso da mídia, promova campanhas nas cidades e palestras nas escolas alertando sobre os malefícios do uso excessivo de aparatos tecnológicos e ausência de atividades físicas diárias, aumento da carga horária da disciplina de educação física nas escolas, bem como disponibilize espaços para a prática de exercícios como quadras de esportes, ciclovias e parques. Dessa forma a população poderá combater o sedentarismo alcançando uma melhor qualidade de vida.