Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 03/10/2017
Um dos principais problemas enfrentados, no Brasil, é o sedentarismo. Com o advento da tecnologia, no cotidiano da sociedade, o ser humano passou a se importar menos com sua saúde, deixando em segundo plano uma boa alimentação e a prática de exercícios físicos. Dessa forma há o aparecimento de doenças ligadas ao sedentarismo, como diabetes, fortalecido pela falta de investimentos, nas cidades, para a prática de atividades físicas, como academias ao ar livre.
Em primeiro plano, vale ressaltar que a mídia influencia diretamente na alimentação das pessoas. Dado pesquisas do Ministério da saúde, 54% da população está acima do peso, essa realidade aponta que há um consumo exacerbado por produtos industrializados e por ‘‘fast foods’’, comidas rápidas. O público alvo são, na maioria das vezes, crianças que em programas infantis são bombardeadas com comerciais de comidas gordurosas e doces, trazendo a tona, diabetes, osteoporose e doenças cardiovasculares, desencadeadas por falta de brincadeiras que envolva o movimento, como jogar bola ou pular corda, que ajudariam na queima de gorduras. Esses alimentos contribuem para o sedentarismo, aliados ao uso da tecnologia, tornando-as acorrentadas, sem que pratiquem atividades físicas, como brincar.
Paralelo a isso, a demanda por meios ao ar livre para a vida não sedentária não coincidem com a demanda da população afetadas pelo sedentarismo. Tal conjuntura, leva à mais pessoas em casa e comendo, do que gastando energia. Estimulado pela falta de ciclovias, academias ao ar livre e mobilizações de agentes de saúde, muitas pessoas ficam à deriva por não poderem adentrar em uma academia, por terem baixa renda. Dentro dessa lógica, nota-se que esse conjunto de ações, como a preferência por ônibus do que ir ao trabalho de bicicleta ou aproveitar para fazer uma caminha, reduzem a qualidade de vida do indivíduo em conjunto com a falta de incentivo moral, impossibiliando em ir em busca de um bem estar físico.
Dessa forma é possível perceber que o sedentarismo afeta a saúde e o bem estar social da população. Diante disso, faz-se necessário que a mídia, como formadora de opinião, busque alertar sobre os danos de uma alimentação irregular associada a falta de exercícios físicos, fazendo assim um papel publicitário incentivando, principalmente as crianças, a brincarem e terem uma alimentação rica em produtos naturais. Em conjunto com o Ministério da saúde com programas nutricionais e mobilizações para a prática de exercícios físicos, em praças, com palestras e exames rápidos, além de profissionais incentivando a uma corrida, caminhada, zumbra, dentre outros.