Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 09/10/2017

Sobrepeso. Hipertensão. Fragilidade muscular. Essas, dentre outras, são fatores vinculados a geração y, acarretados diretamente a uma cultura imediatista e desmotivada ao esporte física. Vincula-se, portanto, o ímpeto de incentivo para transformação dessa visão por parte do governo, família e sociedade.

Primordialmente, é necessário entender os fatores responsáveis que incentive a inercia da população, visto que existe muitos aplicativos de celulares, pulseira, além de documentos educativos para incentivo ao exercício. Contudo, vale salientar à teoria da modernidade liquida de Bauman, pois, segundo ele os jovens vêm desejando o imediato e não se preocupam mas com as consequências a longo prazo, fatores que muitas vezes se associa ao meio eletrônico e má alimentação.

Desta forma, torna-se visível o porquê da alta taxa de obesidade apresentado pelo IBGE, onde 60% da população brasileira demostra risco de saúde devido os alimentos industriais, associados ao fácil e rápido consumo, e a carência dos esportes. Em vista disso, vale ressaltar a frase do filosofo Pitágoras, eduque uma criança para não precisar castigar um homem. Ratifica-se, então, a necessidade de ensinar os valores de uma educação saudável demostradas no dia a dia dos país.

De acordo com os dados apresentados, além do entendimento popular sobre a consequência da inércia, mediadas paliativas torna-se necessário. O governo, com apoio dos hospitais regionais, pode criar campanhas de incentivo ao exercício nas áreas maior afetada pela obesidade, como caminhada ou campeonato esportivo, promovendo a iniciativa próprio das pessoas sedentárias, com presença de médicos, educadores físicos e nutricionista para demostrar, por meio de palestra no final do percurso, os benefícios vinculados a tais atos, buscando, invista disso, uma nova geração que não seja a fest fod.