Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 03/08/2022

No filme “Wall-E”, narra como a humanidade, após toda a evolução tecnológica, se tornaram reféns do sedentarismo por dependência e preguiça. Fora da ficção, situações semelhantes se tornam realidade, graças ao vício tecnológico e ao descaso estatal torna o sedentarismo o grande mal do século. Sob esse viés, faz-se mister a resolução desse problema.

Mormente, na pré-história os seres humanos necessitam estar em constante migração para sua sobrevivência. Contudo, devido a evolução constante da espécie e descobertas de técnicas agrícolas, passaram a adotar um estilo de vida mais sedentário. Nesse sentido, o crescimento tecnológico sempre influenciou o modo de vida, facilitando o acesso à informação, comida e lazer de baixa movimentação física (como videogame, celular e televisores). Dessa forma, resulta no consumo exacerbado dessa tecnologia e colabora para uma vivencia inativa através do vício tecnológico, contribuindo para o sedentarismo de crianças e adultos.

Outrossim, apesar do problema supracitado ser um grande propulsor, o descaso estatal tem igual malefício. Sob essa ótica, segundo uma pesquisa feita pelo IBGE (Instituto brasileiro de geografia e estatística) em 2013, cerca de 46% dos adultos do país são sedentários. Sendo assim, tal fato mostra o desinteresse governamen-tal nessa questão, haja vista que não proporciona a atenção adequada a situação e não disponibilizam meios de lazer ao público de maneira gratuita. Assim, é vital o debate sobre o tema.

Portanto, torna-se urgente a resolução desse problema. Destarte, cabe ao governo na condição de garantidor de direitos, em conjunto com o Ministério da saúde, implementar academias ao ar livre e parques nas praças, por meio de um investimento maior. Com a finalidade de aumentar uma vivência ativa dessas pessoas através das áreas de lazer e diminuir o sedentarismo. Logo, esse mal será evitado.