Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 09/05/2022

No filme Wall-E é representado um futuro distópico onde as pessoas assumem o sedentarismo como estilo de vida, se movendo apenas através de cadeiras motorizadas, sem ao menos ter o mínimo gasto calórico necessário para se levar uma vida saudável; Similarmente, é visto que na sociedade atual isso também ocorre, o sedentarismo se tornou um problema gravíssimo e que indubitavelmente requer resoluções adequadas.

Evidentemente, a falta de exercícios físicos, aliados a uma má alimentação são

as principais causas de diversas doenças, dentre elas, possivelmente o sedentarismo é a mais perigosa, por ser a mais frequente; Segundo a OMS apenas 40% da população mundial não sofre desse mal. Portanto, é visto que a sociedade deve repensar seus hábitos alimentares e o estilo de vida corrido e atarefado que foi normalizado no século XXI, principalmente nas capitais, onde muitas vezes, o trabalho é sempre priorizado em detrimento da saúde.

Outrossim, é observado que, o mundo contemporâneo, constantemente, parece forçar que a falta de exercícios e uma péssima alimentação, através da dificuldade vivenciada pelo cidadão comum de organizar uma vida em que se encaixe atividades físicas, trabalho, estudos e uma boa dieta. Não só, além disso, também deve se considerar o tempo em transporte público, em que nas grandes cidades pode chegar a 6 horas por dia gastas apenas no deslocamento. Ademais, vale ressaltar a dificuldade de se obter informações confiáveis sobre dados nutricionais e esportes recomendados para cada indivíduo.

Enfim, constatada tal problemática, se faz necessário que o Ministério da Saúde junto ao Ministério da Educação, realizem campanhas nas redes sociais, rádio e televisão, com a finalidade de conscientizar a população dos males do sedentarismo e fornecer informações de qualidade, que incentivem uma vida mais saudável. Estas campanhas seriam viabilizadas através do dinheiro arrecado pela União através dos impostos.

Portanto, com essas medidas tomadas, é esperado que o número de 67 milhões de adultos no país afetados pelo sedentarismo (segundo o IBGE), seja reduzido consideravelmente, ocasionando uma melhor qualidade de vida para a população.