Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 19/04/2022

A pandemia do Covid-19 foi um grande acelerador de mudança e que em meio de isolamento social, as pessoas deixaram de lado as atividades físicas , porém esse fato se agravou e resultou o sedentarismo. Nesse contexto, no Brasil hordieno, é notório o sedentarismo está se banalizando e medidas não estão sendo adotadas, tornando- se assim o grande mal do século. Nesse sentido, a fim de mitigar os males relativos a essa temática, é importante reforçar a falta de atividades físicas e o uso excessivo da tecnologia.

Nessa pespectiva, vale destacar que o sedentarismo está crescendo descontroladamente no mundo principalmente pela falta de exercicios físicos. Para confirmar esse argumento, é importante salientar que de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde) as pessoas sedentárias estão sujeitas a desenvolver doenças cardiacas e que com a falta de atividade física é responsavel por 54% por derrame cerebral e câncer. Além disso, outro fator que contuibui o sedentarismo é o excesso de produtos industrializados e de açúcar . Então, para diminuir o sedentarismo, fazer atividade física é primordial e pode aumentar o nível de energia, humor, sono e até a redução da pressão arterial.

Ademais, é importante ressaltar que a revolução tecnológica está em constante avanço, porém se for usada excessivamente, esse recurso se torna tóxico. Nesse sentido, de acordo com a Folha de S.Paulo, o sedentarismo está ligado diretamente com o uso exagerado dos aparelhos eletrônicos e os grupos de pessoas que passam muito tempo no computador e televisão são os que mais tendem a ter a saúde afetada, como por exemplo a diabetes e obesidade. Dessa maneira, torna-se necessário um monitoramento reforçado a cerca do uso demasiado da tecnologia.

Portanto, medidas são necessarias para amenizar o quadro atual. Desse modo, o Ministério da Saúde deve, criar por meio de verbas governamentais, propagandas em horários nobres da TV, com a participação de especialistas, como os de educação física e nutricionistas que abordem o benefício que a boa alimentação, moderar os dispositivos eletrônicos e exercícios físicos contribuem para o não sedentarismo a fim de melhorar a saúde e desenvolvimento social. Assim, será possível amenizar o quadro atual.