Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 19/04/2022
“Mente sã, corpo são”. Esse pensamento tão clássico e antigo parece cada vez mais distante da realidade da sociedade brasileira na atualidade, uma vez que cerca de 47% da população adulta é sedentária, segundo o Ministério da saúde. Os hábitos característicos da modernidade,o sedentarismo, é um fator que dificulta a efetivação do ideal cultivado na Grécia Antiga. Em vista disso, nota-se a importância da análise desse problema.
Nessa perspectiva, avalia-se os riscos do sedentarismo para a saúde. A OMS recomenda a prática de atividades física por pelo menos 150 minutos por semana, no entanto a falta dessa ação é prejucial ao corpo. Isso pode ser compreendido, visto que o estilo de vida sedentário contribuí para o aumento de doenças cardiovasculares, diabetes, podendo chegar até mesmo à morte. Identifica-se desse modo, os impactos da ausência de atividades físicas para o corpo.
Ademais, a tecnologia contribuí para essa problemática. O avanço da globalização proporcionou novos meios de entreterimento, em decorrência disso, grande parte das pessoas trocaram as brincadeiras de intensa atividade física pelos eletroeletrônicos e videogames. Tal mudança cultural acarretou transformações fisiológicas, como a desaceleração do metabolismo. Ficam evidentes portanto, os prejuízos da troca das atividades físicas.
Percebe-se, portanto, que medidas devem ser tomadas a fim de combater o sedentarismo. Para isso, as intituições de ensino devem proporcionar e estimular a práticas de atividades esportivas, viabilizando torneios e competições atrativas aos estudantes, no afã de superar o sedentarismo enraizado nesse público. Além disso, o MInistério da Saúde deve atuar na promoção das práticas de atividades físicas, por meio de campanhas que evidenciem os perigos dos maus hábitos. Assim, será possível que o corpo social brasileiro alcancem o ideial de mente e corpo são, cultivados na Grécia Antiga.