Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 12/04/2021
No filme Wall-e, um desenho animado, é retratado uma distopia ao futuro, onde os indivíduos trocam a locomoção por cadeiras autônomas. Nesse sentido, a narrativa releva a obesidade como consequência desse sendentarismo. Fora da ficção, fica claro que a realidade apresentada no filme pode ser relacionada àquela do século XXI: a influência da tecnologia no sedentarismo e negligência à saúde.
Em primeiro lugar, é importante destacar que o sedentarismo se generalizou entre a atual geração. Segundo os dados obtidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 60% da população mundial é sedentária. Contudo, o sedentarismo é grande ameaça para a geração Z, a facilidade tecnológica tornou a geração inativa fisicamente, ocasionando um acomodamento desses invidíduos. De forma análoga, os meios tecnológicos estão substituindo as atividades elementares para os seres humanos, assim, tornando-os inativos, exemplo disso é a troca de inteiração social pela conexão virtuais.
Consequentemente, o sedentarismo é um descuido à saúde. Sendo assim, a má alimentação um hábito inadequado de vida. No período de 1940, surgiu na Califórnia, a indústria do fast-foods, conhecida como comida rápida. Desde então, os casos de obesidades aumentaram drasticamente, e hoje, a OMS afirma que, a obesidade é um dos mais graves problemas de saúde. Apesar de, barato e atrativo para a saúde não é benéfico.
Em vista dos fatos supracitados faz-se necessário a adoção de medidas que venham diminuir o sedentarismo. Por conseguinte, cabe á iniciativa do Ministério da Saúde conscientizar, atráves de campanhas, os riscos à saúde sobre os maus hábitos alimentares e em parceria ao Ministério do Esporte promover projetos esportivos para a população, a fim de reduzir os riscos de doenças e aumentar a inteiração social dos indíviduos. Somente assim, aumentará a qualidade de vida e diminuirá o sedentarismo.