Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 22/03/2021

“Nada beneficiará mais a saúde da humanidade e aumentará as chances de sobrevivência da vida na Terra quanto a dieta vegetariana”. Segundo a passagem de Albert Einstein, físico alemão, a síntese de uma alimentação saudável é o grande advento para a manutenção da vida. Conquanto, o que se observa nos dias atuais é uma realidade oposta, uma vez que o sedentarismo, empregado no Brasil, apresenta-se como uma barreira conduzida tanto pela precariedade ao estudo alimentício, quanto do apoio governamental.

Precipuamente, de acordo com os dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), apenas 40% da população mundial não sofre com o sedentarismo. Tal referência só enfatiza que mais da metade da população do mundo, pode sofrer com problemas de saúde como o ganho de peso, aumento nas chances de diabetes e mortalidade precoce. Problemas esses que são derivados da baixa atuação dos setores governamentais ao incentivo dos esportes nas escolas, universidades ou fora delas. Ademais, do parco investimento em infraestrutura pública para a prática esportiva, grande fundamento para a dedução do sedentarismo. Desse modo, faz-se necessário a reformulação da estrutura estatal imediato no Brasil.

Além disso, é importante ressaltar que a falta de implementação sobre educação alimentar nas escolas e universidades é preocupante, visto que a alimentação tem um importante papel em ordenar o corpo para uma atuação mais saudável e menos benéfica para asilar o sedentarismo, o grande mal do século. Sob tal ótica, as realizações educacionais das escolas e do Estado é de grande vigor para instituir a reeducação física e alimentar.

Portanto, é essencial a criação de medidas eficazes para conter o avanço da problemática no corpo social brasileiro. Nesse sentido, com o intuído de abarcar o sedentarismo no Brasil, necessita-se, urgentemente, de iniciativas de investimentos das Secretárias Estaduais e Municipais para a implantação de equipamentos esportivos em praças, visando assim, o acesso do esporte para todas as camadas sociais. Ainda cima, campanhas didáticas governamentais posto em mídias sociais, com o intuito de promover o consumo de alimentos naturais, reduzindo riscos de saúde na comunidade. Dessa forma, acentuando, em médio e longo prazo, as concepções de Albert Einstein, sobre a manutenção da vida saudável.