Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 17/03/2021

Principalmente por conta dos avanços tecnológicos os índices de sedentarismo estão cada vez mais altos. Essa situação se tornou ainda mais grave após o início da pandemia da Covid-19, pois o isolamento social tornou-se obrigatório. Além disso, a diminuição do gasto calórico semanal, fator que determina se um indivíduo é sedentário ou não, pode ocasionar outras doenças mais graves, como a obesidade. Segundo uma pesquisa realizada em 2013 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de 46% dos adultos do Brasil são sedentários. Embora a falta de atividades físicas pareça inofensiva, ela pode causar graves doenças ao corpo humano, como obesidade, problemas cardiovasculares e articulares, aumento da pressão arterial e do colesterol e diabetes. Além disso, o cenário que o mundo enfrenta atualmente, marcado pela pandemia do novo coronavírus, agravou ainda mais o sedentarismo. Devido à obrigatoriedade da quarentena, grande parte dos indivíduos passou a trabalhar e estudar em casa, a circulação em locais públicos foi reduzida e as academias foram fechadas. Dessa maneira, as atividades físicas foram praticamente extintas e as pessoas tornaram-se ainda mais sedentárias, já que ficam sentadas em frente a telas de celulares e computadores por horas. Assim sendo, cabe ao Ministério da Saúde criar um programa que incentive a prática de atividades físicas, por meio de aulas gratuitas para a população, que podem ocorrer em praças e escolas públicas, com o auxílio de um preparador físico. Também deve ser criado um site para que essas aulas possam ser transmitidas ao vivo, como forma de evitar o sedentarismo durante a pandemia. Além disso, o Ministério da Educação tem de implementar mais aulas de educação física nas escolas públicas e realizar palestras explicando a importância de manter uma vida saudável. Dessa forma o sedentarismo será combatido, evitando o surgimento de doenças e melhorando a qualidade de vida da população.