Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 10/03/2021

O corpo humano é uma ‘‘máquina’’, assim como todas em nossa tecnologia atual, precisa de manutenção. Para um boa qualidade de vida, necessitamos de alimentação, descanso e principalmente atividades físicas. No entanto, o sedentarismo está envolvido na vida de milhões de pessoas, que consequentemente sofrem de problemas de saúde agravados pela problemática. Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar que a busca incessante por maiores condições financeiras e as novas práticas de lazer por meio de aparelhos tecnológicos, deixaram de lado os hábitos saúdaveis. Observa-se a negligência das pessoas para com sua própria saúde, sendo que a falta de atividades físicas pode causar doenças cardiovasculares, diabete, atrofiação dos membros e obesidade. Logo, é de suma importância que um novo estilo de vida seja inserido.

Ademais, nos deparamos com a ausência de medidas governamentais para combater o sedentarismo. Nesse sentido, a população se encontra desamparada e desinformada, não possuem incentivo ao esporte e são cada vez mais escassos os locais públicos para praticar tais atividades esportivas. Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como violação do ‘‘contrato social’’, já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como ao esporte, o que é evidente no país.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, cabe ao Estado promover e incentivar a população a prática de ativadade física, por meio da criação de mais espaços esportivos públicos - em todas as regiões periféricas do centro urbano - a fim de trazer o esporte na vida das pessoas, consequentemente, uma vida mais ativa. Desse modo, o mal do século se mitigará, propiciando à população um desenvolvimento ideal e saudável.