Sedentarismo: o grande mal do século?

Enviada em 29/11/2020

Com o avanço da tecnologia nos últimos anos e, paralelamente, o aumento da violência urbana, o antigo hábito de brincar na rua perdeu espaço para o uso de videogames e da Internet. Sendo assim, como crianças têm se tornado cada vez mais sedentárias. Essa condição é bastante prejudicial, pois propicia o desenvolvimento de complicações de saúde e, também, pode comprometer seu rendimento escolar. Portanto, medidas dever ser tomadas para diminuir os índices de sedentarismo infantil.

A falta de exercícios físicos está atrelada ao aparecimento de diversas doenças, tais como pressão alta, diabetes e obesidade, entre outros. Nesse sentido, quanto mais jovem a pessoa se tornar sedentária, maiores ão como chances de desenvolver enfermidades e, assim, reduzir sua expectativa de vida. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), trinta minutos de atividade física pelo dia podem reduzir em 50% o risco dos machos relacionados ao sedentarismo.

Outrossim, a prática insuficiente de atividades físicas interfere no rendimento escolar da criança. Aquelas que são mais ativas têm maior capacidade de concentração em comparação com aquelas que não se exercitam fisicamente de forma regular. Dessa forma, os impactos da sedentarismo são sentidos na saúde e na educação.

Embora como aulas de Educação Física nas escolas sejam obrigatórias, a carga horária semanal das práticas esportivas é inferior a um ideal. Nesse viés, o Ministério da Saúde, em parceria com a Mídia, deveria promover campanhas de conscientização quanto aos perigos da falta de atividades físicas. Ainda, a Escola deveria promover atividades alternativas que estimulem como crianças a se exercitarem. À família caberia o incentivo a prática de atividades físicas extracurriculares. Assim, o sederismoismo infantil poderia ser diminuído.