Sedentarismo: o grande mal do século?
Enviada em 14/12/2020
A Declaração Universal dos Direitos Humanos, promulgada em 1948 pela Organização das Nações Unidas (ONU), garante a todos os titulares do direito à saúde e ao bem-estar social. No entanto, no cenário brasileiro, observa-se justamente o contrário quanto à questão do sedentarismo. Nessa perspectiva, nota-se como o processo de industrialização e a baixa qualidade de vida intensificam tal problemática.
O método de sedentarização surgiu no período Neolítico. No entanto, seu avanço veio a partir do processo de industrialização, com início de novas descobertas tecnológicas, concluída, então, na otimização do tempo e diminuição dos esforços físicos dos trabalhadores da época. Diante disso, percebe-se que tal doença está enraizada em nossa sociedade, devido ao comportamento cotidiano decorrente dos confortos da vida moderna.
Simultaneamente, vale ressaltar a baixa qualidade de vida brasileira devido à vida sedentária. Segundo a Organização Mundial de Saúde 60% da população mundial é sedentária. A partir disso, conclui-se que o sedentarismo é o mal do século, uma vez que estimula a aparição de novas doenças por efeito do mau hábito sedentário, além de problemas e transtornos mentais como a baixa autoestima, aumento da ansiedade e estresse.
Portanto, é de demasiada importância que este problema seja cessado. Baseando-se nisto, faz-se necessária a intervenção do Ministério da Saúde (MS), por meio de campanhas, providenciar o aumento de unidades médicas, com um elevado de acompanhamento a população sedentária e tratar qualquer vestígio de doenças e transtornos mentais. Da mesma forma, em campanha com o Ministério da Educação, juntamente com o MS, por meio de palestras, oficinas e minicursos em escolas e comunidades, oferecer informações e recomendações de como manter uma vida saudável com práticas de exercícios físicos e uma boa alimentação, para que o número de pessoas sedentárias no país e no mundo de decréscimo. Dessa maneira, aos poucos, dando espaço para um país sadio, efetuando, então, a Lei dos Direitos Humanos.