Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 26/09/2021
A segunda fase do Romantismo, no século XIX, foi caracterizada por distúrbios mentais como a depressão. Paralelamente, atualmente no Brasil, a inexistência da saúde mental e da cultura do autocuidado é provocada pela falta da discussão nas escolas sobre o bem-estar psicológico, o que culmina em problemas como o suicídio.
Primordialmente, a carência de uma mentalidade saudável e de práticas de autopreservação é causada pela ausência de diálogos, no ambiente escolar, a respeito de uma psiquê sadia. Desta forma, um dos objetivos da Agenda 30, proposta pela Organização das Nações Unidas (ONU), é a saúde e o bem-estar. Todavia, esse alvo não será atingido, pois não há a concessão das ferramentas para alcançá-lo, como a divulgação de conhecimentos psicologicamente hígidos, o que configura a escassez de cuidados pessoais e de mentes sadias.
Por conseguinte, a pobreza de hábitos de segurança pessoal e da salubridade mental culmina em adversidades como os suicídios. Destarte, na série “13 Reasons Why”, Hanna sofre assédio moral e não possui apoio familiar, o que a leva a suicidar-se. Fora da ficção, essa é a realidade de muitos brasileiros que acabam por tirar a própria vida já que não possuem o conhecimento sobre ações de autopreservação para se obter uma vida psicologicamente hígida.
Portanto, é mister que o Estado reduza a ignorânica a respeito da saúde psicológica. Dessarte, o Ministério da Educação e o Ministério da Saúde devem ampliar a cultura de autocuidado mediante a promoção de aulas, nas escolas, a cerca da sanidade mental, as quais serão ministradas por psicológos e terão como foco a autoaceitação e o desenvolvimento da habilidade de dialogar, a fim de possibilitar uma vida mentalmente saudável para os brasileiros.