Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 01/07/2021
O estigma diante da saúde mental brasileira pode-se destacar de um passado com intensas lutas de raças e classes. Do processo escravocrata a liberdade de escolha sexual são registros da força ou supressão da força para lidar com uma repressão e exclusão social. Tornando-se importante vibializar a saúde mental e a cultura do autocuidado.
Em primeira analise, há uma série norte-americana (13 Reasons Why) que retrata jovens que sofreram de abuso, depressão, bullying. Como a mídia é fortemente ligada a uma rede de diversas pessoas o assunto assume-se um papel social com assuntos a serem debatidos e pautados, e, esse foi um deles. Ao atingir a massa, além de informar proporcionou alerta as atitudes e comportamentos juvenis.
Em segunda analise, temos contextos históricos de estigmas em povos descedentes que convivem diariamente com a dor ao saber o que seu precedente passou. Pode-se destacar o escravismo e holocausto. Ambos sofreram genocídios em massa, um contra a propria vontade por interesses economicos portugueses e outro pela raça ser considerada inferior. A diferença em destaque são os negros pelo sofrimento brutal e atualmente continuam sofrendo por haver pessoas que praticam a discriminação racial.
Portanto, diante das situações apresentadas é fato que o estigma do passado continua no presente e consequentemente é entrelaçado com a saúde mental conturbada. Para isso, é necessário o investimento na saúde pública nas áreas de psicanalise e psicologia, e, seminários conscientes em escolas públicas, privadas. Debates acerca do assunto e soluções coletivas nos ambientes públicos e fechados são um diferencial a proporcionar saúde e autocuidado as crianças, jovens e adultos.