Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 21/09/2020
A obra literária “A redoma de vidro”, escrito pelo Sylvia Plath narra a história de Esther Greenwood, jovem escritora que entra em depressão ao não conseguir se adaptar à nova vida como jornalista em Nova York. Plath cometeu suicídio aos 30 anos, um mês após a publicação do livro no Reino Unido.
Sob essa ideia, é necessário postular a cobrança excessiva como uns dos causadores das doenças mentais. Segundo o filósofo alemão Arthur Schopenhauer: “O maior erro que um homem pode cometer é sacrificar a sua saúde a qualquer outra vantagem”. Nessa perspectiva, muitas pessoas abusam da auto-cobrança e acabam esquecendo da importância do autocuidado e sacrificam sua saúde mental. Logo, uma falta na cultura do autocuidado é gerada e a dificuldade de lidar com essas frustrações resulta em doenças mentais como depressão, ansiedade e até mesmo suicídio.
Além disso, é importante pontuar que a falta de problematização da escola e das famílias de quem sofre de alguma doença mental pode ser um agravante desses casos. A não ajuda dessas áreas na vida de jovens e adultos provam que é fundamental o autoconhecimento para conseguir enfrentar esses obstáculos e consequentemente, os ambientes de vivência serão impulsionados a mudar de perspectiva.
Diante dos fatos mencionados, é preciso que o Governo Federal, na figura do Ministério da Saúde, juntamente com o Ministério da Educação busquem medidas para a diminuição de casos parecidos .A realização da conscientização nas escolas, por meio de debates e palestras visando reformular conceitos equivocados acerca da saúde mental e evidenciar a importância dos psicólogos no combate as doenças mentais podem ser eficazes em buscar o controle sobre a auto-cobrança e o incentivo pela cultura das terapias, a fim de diminuir a pressão psicológica e proporcionar o verdadeiro autocuidado.