Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 31/08/2020

Transtorno de ansiedade, depressão, sedentarismo, estresse e baixa autoestima são problemas físicos e psicológicos suscetíveis na vida de quem não valoriza a saúde mental e a cultura do autocuidado; porém o preconceito enraizado e a competitividade crescente do mercado de trabalho são fatores que interferem  no zelo próprio.

Primeiramente, há de se recordar a existência do preconceito devido à falta de informação das gerações anteriores, as quais ensinaram aos filhos que pessoas fracas têm problemas psicológicos ou precisam se cuidar. É possível fazer uma analogia com a frase do filósofo iluminista Voltaire, que afirma “preconceito é opinião sem conhecimento.” Logo, é importante quebrar tal repúdio e criar hábitos de autopreservação , como exercícios físicos e terapia , para evitar problemas físicos e psicológicos, mantendo a saúde mental.

O desenvolvimento tecnológico está aumentando a concorrência na sociedade, exigindo da população mais qualificação e tempo para se preparar para o mercado de trabalho, resultando em comparações entre pessoas. Essa rotina dá espaço para o surgimento de problemas mentais, como baixa autoestima e depressão, que podem ser evitados com a cultura do autocuidado. Portanto, amor próprio e valorização, buscando ser cada dia melhor, manterá a produtividade e o progresso nos objetivos.

Retomando as ideias retratadas, é necessário que a saúde mental e a cultura do autocuidado sejam valorizadas, portanto propagandas em redes de televisão e outdoors devem ser criadas pela secretaria especial de comunicação social, estimulando atividades como meditação, ioga, exercícios anaeróbicos e terapia; desconstruindo, consequentemente, o preconceito com cuidados pessoais e bloqueando transtornos corporais.