Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 31/08/2020
O corpo fala e pede socorro
A animação da Disney Divertidamente narra sobre a personagem chamada Riley, a qual teve que lidar com suas emoções em um processo de adaptação, ao mudar-se de cidade e entrar na adolescência abordando a temática da saúde mental. Concomitantemente a vida real, observa-se que há necessidade das pessoas priorizarem o autocuidado, entretanto ocorre uma certa negligencia quanto a isso, visto que elas antepõe constantemente a carreira à frente da saúde mental, como também existe um tabu sobre a importância da saúde mental.
A piori, a sociedade vive num mundo moderno o qual é agregado ao trabalho a ideia de capital, dessa forma, fazem as pessoas priorizarem suas profissões, atribuindo a ideia de sacrifício aos autos cuidados. Além disso, o cotidiano corrido afastam as pessoas de suas vidas sociais e criam hábitos maléficos a saúde humana, tais como a má alimentação e o sedentarismo, levando ao aumento do número doenças físicas e mentais, conforme apontado pela Organização Mundial da Saúde em 2019, em que no Brasil cerca de 5,8% da população sofre de depressão, acentuadas em épocas de crises devido a falta de planejamento aumentando a tensão e o estresse.
Ademais, a questão do autocuidado não é tido como prioridade, embora seja comprovado que aumenta a longevidade e previne doenças, ainda é visto de forma irrelevante por causa da falta de legitimidade. Entretanto o corpo e a mente possuem necessidades, carencem por exemplo de terapia para entrar em contato com o lado mais interno e subconsciente, com a finalidade de adquirir o auto conhecimento e equiliíbrio, aumentando a autoestima, o qual pode ser obtido por cuidados básicos como de higiene (banhos diários e escovação dos dentes) como também na prática de exercícios físicos favorecendo na melhor qualidade do sono apetite e coordenação motora.
Fica claro, portanto que deve-se considerar a importância da saúde mental, para atender nossas necessidades e visar no próprio bem-estar. Para isso é preciso que o Ministério da Saúde dê uma maior atenção as doenças psicológicas como a ansiedade e depressão, aumentando o número de atendimentos e profissionais da saúde nessa área para combater essas doenças. Cabe ao Governo Federal colocar propagandas com profissionais especializados na saúde conscientizando a população dos benéficios do autocuidado tais como a atividade física, e alimentação saudável, com o propósito de contornar o sedentarismo que pode levar a doenças físicas e emocionais. Em suma, cabe a todos o papel de nos permitirmos conceber a autoajuda como forma de aumentar a nossa própria autoimagem, assim como a Riley fez para lidar com a suas emoções sobreponto a saúde mental.