Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 26/08/2020

Transtornos mentais como estresse, ansiedade e depressão tornaram-se ainda mais expressivos após a Revolução Industrial, a qual aumentou a jornada de trabalho, fazendo com que todos dedicassem maior parte de seu dia ao seu ofício, e menos tempo para si mesmos, tornando todos máquinas esgotadas e com a saúde mental em decadência.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), 9,3% dos brasileiros possuem algum transtorno de ansiedade, 5,8% são depressivos e 70% são acometidos pelo estresse, sendo que 30% afirma ser por causa do trabalho. Ou seja, o ambiente onde a população dedica maior parte de seu tempo, é o que mais lhe subtrai energia.

Contudo, a origem desses transtornos se concentra no tipo de vida que cada pessoa leva. A OMS que afirmam que 47% da população brasileira é sedentária, fazendo do país o número um dessa categoria na América Latina. E como já foi comprovado por diversos especialistas, isso é fruto de uma mente doente, a qual não recebe o cuidado necessário. Sendo assim, o cerne do problema é a negligência das pessoas para com o tempo dedicado para elas mesmas. Sem esse tempo, a mente fica sobrecarregada, sendo incapaz de efetuar as tarefas em seu máximo vigor.

Por esses pontos apresentados, a saúde mental e o autocuidado, que fornecem uma vida mais saudável em todas os aspectos, devem ser incentivadas e praticadas ao máximo. A forma de efetuar isso é flexível a qualquer rotina, desde que haja planejamento prévio. Atos como alimentação saudável, exercício físico, uma boa noite de sono, a prática do autoconhecimento e organização do tempo para efetuar tarefas e praticar um recesso, mostram-se simples, mas incomensuravelmente eficazes para se obter uma vida plena, o que certamente refletirá em cada ação praticada pelo indivíduo.