Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado
Enviada em 16/08/2020
A busca por você
“Envelhecer, qualquer animal é capaz. Desenvolver-se é prerrogativa dos seres humanos. Somente uns poucos reivindicam esse direito”, em outras palavras o guru Osho, demostrou que, como sempre, a espécie tem dificuldades para refletir sobre as próprias atitudes e pensamentos, e consequentemente melhorar como indivíduo.
O que, então logo mostrou-se na sociedade do século XXI. Os jovens da geração Z se preocupam muito com o pensamento psíquico, já que é esse os fazem evoluir. E o autoconhecimento é o principal deles, é a base para controlarem os restantes das emoções e indicar quais são os limites, e não se encaixar em situações desagradáveis.
Só que, infelizmente, por conta da correria da atualidade esses conhecimentos não podem ser aplicados. Assim como o pensamento de Schopenhauer: “apenas quando se está só é que se está livre”, isto é, necessidade de ter tempo para si mesmo faz com que haja melhoria na própria personalidade e se sinta livres de pensamento negativos, mas muitos ainda preferem ignorar esta solidão positiva para alimentar o ego e felicidade alheia.
E ainda vivem em uma sociedade extremamente acelerada e tecnológica, na qual as pessoas mais se comparam do que se cuidam. De modo que o tempo disponível é utilizado para as mídias sociais e outras inovações, enquanto podiam aprender mais sobre outras diversidades de assuntos.
Em síntese, percebe-se que ao mesmo tempo a sociedade possuí ferramentas para progredir individualmente, só que ainda sofre com as distrações cotidianas, como a internet ou pessoas que “sugam as energias positivas”. Então, por esses motivos priorizar a si mesmo é o mais importante no momento.