Saúde mental e a importância da cultura do autocuidado

Enviada em 16/08/2020

O que diz o poeta romano Juvenal em sua sátira de número 10, Mens sana in corpore sano (mente sã, corpo são), deveria ser seguido à risca por todos sem exceção, todos devem manter-se bem, para que assim possa-se desfrutar do dia-a-dia com as melhores condições. Esses cuidados podem e devem variar entre cuidados com seu corpo e cuidados com sua mente, para que haja um equilíbrio em sua saúde.

Primordialmente, deve-se reconhecer a importância da saúde mental para a vida do ser humano, sem ela é difícil ser feliz, ter vontades, e mesmo viver com qualidade. Isso se pode confirmar verificando o crescente número de casos de transtornos como ansiedade e depressão, advindas do mundo moderno que exige tanto do indivíduo por seu trabalho e obrigações. De acordo com a OMS, em 2018, quase 300 milhões de pessoas sofriam de depressão e aproximadamente 33% da população mundial tinha problemas de ansiedade graves em 2016. Problemas como esses podem acarretar em automutilação, auto depreciação, baixa autoestima isolamento e, em casos mais graves, suicídio.

Seguindo-se, deve-se demonstrar, também, a alta importância do cuidado físico. Sem ele, pode-se desenvolver problemas graves como sedentarismo, obesidade, problemas de circulação, etc. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, em 2019, 2,3 bilhões de pessoas sofrem com obesidade, isso é o ponto de partida para as outras adversidades da saúde citadas acima.

Destarte, a fim de se evitar os problemas físicos e mentais já abordados, precisa-se criar bons hábitos de autocuidado. Tais hábitos devem ser rotinas de exercícios, melhorar a alimentação, fazer constantes check-ups em médicos e em psicólogos deve se tornar um ciclo minimamente anual, meditação e a cultivação de um ciclo social ativo podem contribuir também. Tomando tais atitudes, pode-se prevenir, ou remediar, problemas de saúde graves que podem afetar drasticamente a vida de qualquer um.