Riscos do aumento do consumo de álcool e de outras drogas entre os jovens no Brasil

Enviada em 26/07/2022

A Declaração Universal dos Direitos Humanos, redigida em 1948, defende o direito à qualidade de vida e a garantia da saúde. No entanto, observa-se justamente o contrário no que tange aos riscos do aumento do consumo de álcool e outras drogas entre os jovens. Nesse contexto, torna-se evidente como causas a incúria governamental e a negligência familiar.

Primeiramente, pode-se apontar como um empecilho à consolidação de uma solução: a ineficácia do poder público. De acordo com Jean-Jacques Rousseau, o Estado responsabiliza-se por estabelecer condições básicas ao promover o bem-estar social. Contudo, a ideia do intelectual não se concretiza na realidade da sociedade, visto que faltam iniciativas que atenuem o risco do aumento do consumo de álcool e outras drogas entre os jovens, o que fomenta o aparecimento de situações preocupantes - a exemplo da possível ampliação do número de dependentes químicos, tendo em conta que os jovens brasileiros estão tendo fácil acesso à bebidas e drogas ilícitas de maneira precoce, o que pode ocasionar na prematura dependência dessas substâncias altamente viciantes.Ademais, outro ponto relevante nessa temática é a negligência parental. Segundo o sociólogo Talcott Parsons, a família é uma máquina de produzir personalidades humanas. Por essa ótica, a problemática dos riscos do aumento do consumo de álcool e drogas ilícitas precisa ser debatida nos lares brasileiros, para que assim as famílias possam orientar seus filhos a como combater esse mal. Logo, ensinar que não é recomendado que menores de idade consumam bebidas alcoólicas ou qualquer outro tipo de substância ilícita e, quando maiores de idade, o consumo de drogas lícitas deve ser feito de maneira responsável.No entanto, caso não haja esse debate, o problema será passado de geração em geração.

Portanto, é evidente que tais entraves precisam ser solucionados. Para isso, o Ministério da Justiça, órgão que executa as políticas judiciais do país, deve promover políticas públicas com o intuito de prevenir os riscos