Riscos de compartilhar mentiras e boatos na internet

Enviada em 06/04/2020

A internet abriu atalhos para o mundo compartilhar conhecimentos, opiniões, entretenimento e etc., foi uma das grandes feições da globalização, de uma forma que nos comunicamos mais rápidamente e ativamente. Mas essa rapidez em que viliza-se um conteúdo ou opinião, pode fazer bem ou pode fazer mal ao nossa sociedade?

Compartilhar conceitos científicos que estudam em um país e derrepente outra nação já está colocando em prática, como, por exemplo, para salvar uma vida, esse é um aspecto bom, também da maneira que o povo pode ser informado, por um jornal, sobre notícias do país para que possamos tomar base de tudo em que está acontecendo e nos adaptarmos, pois tudo muda com esse novo jeito de falar.

Aos nos adaptarmos à essa nova forma, nós expomos que estamos comprometidos com o que nós ouvimos e vamos seguir. Porém há um aspecto negativo, o casamento entre a pessoa e a comunicação tem um amante indesejável, a “fake-news”, termo em inglês bastante usado para descrever uma notícia falsa, mas até chegarmos a conclusão de que é falsa, ela já mudou a vida de, pelo menos uma pessoa, e se considerarmos essa notícia sendo grave, já ferimos um acordo informal ou até um mandamento divino em que fala “ame o próximo”. Essa “informação” pode ser tão grave a ponto de matar uma pessoa, tirando o direito dela à vida, defendido pelos Direitos Humanos.

Então, ao falarmos em informação, falamos em vidas que podem ser influenciadas à elas, mas também temos o direito de nos manifestarmos com a nossa, minha proposta é às redes sociais difundem quais são os canais ou usuários que estão aptos a entregar a verdade e aos que tão de “brincadeira” ou aos opinadores uma aba diferente em que no inicio esteja escrito “sujeito a fake-news”. Não é uma questão de controlar a informação, é sobre salvar a verdade, uma mente ou uma vida.