Reformas do sistema previdenciário brasileiro

Enviada em 28/06/2019

Diante do atual cenário econômico do Brasil, a reforma da previdência é algo necessário para que os danos na economia não se torne mais grave, ainda mais em circunstâncias onde a aposentadoria é ilegal ou excessiva. Ha diversos pontos as serem discutidos e mudados diante dessa discussão, como os anos de contribuição, idade mínima, exceções, entre outros além de quem vai entrar para a nova regra ou não, decisão que pode gerar diversos malefícios para o contribuinte.

A alteração da idade mínima é incoerente para alguns lugares do Brasil, enquanto em Santa Catarina a expectativa de vida é de 79 anos, a do Maranhão é de 70, são claras as diferenças na qualidade de vida de cada um. Logo não é justo que seja igual para ambos, devem avaliar diversos fatores de vida para estabelecer uma idade.

Ademais, quem a reforma atinge deve ser repensado, pessoas que falta apenas 3 a 4 anos para se aposentar devem permanecer na lei antiga, afinal são pessoas que começaram a trabalhar muito jovem na faixa de 12 ou 14 anos de idade. Não é como atualmente, onde os jovens ingressam no mercado de trabalho aos 16 anos e muitas vezes como jovem aprendiz com uma carga horária reduzida de 4 horas.

Além disso, o que gera um grande desfalque no banco da previdência social são as aposentadorias irregulares, onde pessoas que não contribuíram adequadamente  recebem o dinheiro. Em uma operação do pente-fino foram economizados 9,7 bilhões, onde foram encontradas irregularidades nas concessões.

Portanto, a reforma da previdência é algo indispensável para que não entre em colapso, com isso o INSS deve estabelecer a idade mínima conforme o estado que vive e as circunstâncias que afetam a expectativa de vida da pessoa, e também os anos faltantes para alcançar. Além disso, deve revisar todos os benefícios já alcançados com a finalidade de cancelar os detectados com irregulações e assim tornar o benefício possível para as próximas gerações, sem afetar a presente gravemente.