Reformas do sistema previdenciário brasileiro
Enviada em 25/07/2019
Sabe-se que a Reforma da Previdência propõe novas regras com o intuito de suprir as dívidas que o país está enfrentando, sem comprometer as necessidades da população. Contudo, o mercado de trabalho está competitivo e as taxas de desemprego continuam ruins. Segundo os dados do IBGE, houve uma queda e atualmente, 13 milhões de pessoas ainda s encontram sem emprego.
Apesar desta queda, o trabalhador ainda enfrenta situações difíceis e a Reforma da Previdência pode dificultar o seu sustento básico. Na realidade, a Reforma será benéfica para aqueles que conseguirem se aposentar dentro de todos os preceitos, e mesmo assim, após os 65 anos de idade, muitas coisas já se passaram.
Nota-se que a população se preocupa com o que poderá vir futuramente, ter um dinheiro para aproveitar é extremamente essencial. Entretanto, a situação atual do país não permite que isso se concretize sem grandes esforços, visto que o próprio salário mínimo já não é capaz de suprir todas as necessidades básicas do ser humano e sua família.
Conclui-se que o aumento da contribuição para a Reforma da Previdência traria benefícios para o futuro dos trabalhadores se fosse aplicada de forma igualitária, e sem a necessidade de atingir os 65 anos de idade, onde já não é possível contar com uma saúde física e mental que esteja em cem por cento, e nem pode-se garantir que a aposentadoria seria atingida. O governo poderia aproveitar a queda nas taxas de desemprego para aumentar as contribuições de forma que possam ser uma base caso haja um alto índice de desemprego, assim, a aposentadoria viria naturalmente após um emprego estável e que pudesse suprir os anseios do ser humano que precisa estar em constante evolução, física e mental, sempre em tempo.