Reformas do sistema previdenciário brasileiro
Enviada em 09/01/2019
Segundo Albert Einstein, um homem inteligente resolve um problema, um sábio o previne. Nesse sentido, o Brasil precisa fazer a Reforma da previdenciária para evitar um impacto maior na economia, uma vez que a população brasileira está envelhecendo e o déficit da previdência é grande.
Primeiramente, a União, que gasta, hoje em dia, 13% do Produto Interno Bruto (PIB) com os beneficiários - mais que países como Alemanha, Suécia e Bélgica - em 2050 desembolsará 23% do orçamento com a previdência, percentual insustentável para qualquer nação. Contudo, no Brasil, existem regiões que a expectativa de vida é menor que em outras do país, como a Norte (72,2 anos) em face da Sul (77,8 anos), e deveria existir um mecanismo de calculo para aposentadoria que diminuísse tais discrepâncias.
Além disso, segundo o governo federal, o Brasil, em agosto de 2018, chegou a 155 bilhões de reais de déficit da previdência. Fatores como: a classe dos militares, professores - que exercem atividades laborais mais desgastantes - têm de ser revisada, pois há militares, bem como professores que aposentam aos 48 anos. Todavia, esses trabalhadores merecem atenção especial em razão dos ofícios executados. A falta de incentivo à contratação de profissionais da terceira idade é fator preocupante, pois, com o isolamento no mercado de trabalho essas pessoas recorrem ao Seguro Social.
Diante dos fatos, a reforma previdenciária é fundamental para o país. E deverá ser elaborada pelo governo juntamente com incentivos fiscais a empresas que contratar pessoas idosas, aliando-se, a União, com Institutos que propõe dispositivos que compensem as expectativas de vidas em cada região, para também oferecer dignidade ao aposentar, assim como criar uma certa porcentagem de funções que sejam possíveis professores e militares desempenhar na terceira idade.