Razões para incentivar a adoção de animais de estimação
Enviada em 19/08/2024
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que 200 milhões de animais se encontram em situação de rua no mundo inteiro, já no Brasil existem cerca de 30 milhões, dentre eles a grande maioria são gatos e cachorros. Isto se dá, devido ao crescimento da desigualdade social, onde as dificuldades financeiras surge e torna o custo de manter um animal de estimação insustentável. Ou também, pode ser falta de compreensão do próprio tutor que bandona por mera irresponsabilidade e insensatez.
Desse modo, é de conhecimento da grande maioria que, os animais abandonados enfrentam inúmeras adversidades, seja por riscos à saúde, viver acorrentado, passar fome, sede, frio e até mesmo a eutanásia em abrigos superlotados. Além disso, contribui para a superpopulação de animais de rua, que pode levar a problemas de saúde pública. Pois, uma vez que não trata de doenças, consequentemente, pode propagar para os seres humanos cada vez mais.
Com isso, é necessário ter a consciência que adotar um animal de estimação é um ato de responsabilidade social, contribuindo para a construção de uma sociedade mais consciente e compassiva em relação aos animais. Ao acolhe-lo, é oferecido uma segunda chance de vida, lhe proporcionando companhia, afeto e podendo melhorar a saúde mental dos responsáveis, aliviando sintomas de estresse, ansiedade e depressão. Contudo, este processo também oferece uma grande diversidade de opções, permitindo que cada pessoa encontre o bicho que melhor se adapta ao seu estilo de vida.
Por fim, ao adotar um animal de estimação, você pode se tornar um exemplo positivo para amigos e familiares, inspirando outras pessoas a seguirem o mesmo caminho. Fora que, a prática de acolher, em vez de comprar, diminui a demanda por criadores comerciais e ajuda a combater o abandono, um problema grave presente atualmente. Portanto, a adoção não é apenas um gesto de amor, mas uma atitude que gera um impacto positivo em toda a comunidade.