Razões para incentivar a adoção de animais de estimação

Enviada em 12/08/2022

No filme “Sempre ao seu lado”, conta-se uma narrativa de extrema lealdade de um cachorro chamado hachiko, que após a morte de seu dono, continua aguardando seu retorno para casa todos os dias. Diante disso, percebe-se que muitos desses animais, dotados de grandes qualidades, estão vivendo em condições precárias de vida e passando sérias necessidades em locais impróprios. Logo, destaca-se as razões para incentivar a adoção de animais de estimação, a citar, o excesso de bichos em situação de rua, e os benefícios aos humanos oriúndos da adoção dos pets.

A princípio, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que, no Brasil, existam cerca de 30 milhões de animais abandonados. Sob essa perspectiva, nota-se o alto número de cães e gatos em precárias condições de vida, causado pelo grande índice de casos de abandono, aliado a uma crise salarial dos lares brasileiros nos últimos anos, o que foram forçados pela circunstância a abandonarem seus pets, e intensificado pela grande reprodução dos animais sem qualquer intervenção pública. Além disso, o estímulo a adoção garante o suporte à vida dos animais, deixando-os felizes e contribuindo para o bem-estar da casa.

Outrossim, segundo o portal G1, o contato com os bichos proporciona sensação de tranquilidade, melhora da autoestima, bem-estar, entre outros. Deste modo, é perceptível os inúmeros benefícios para a saúde física e mental das pessoas, deixando o cotidiano mais leve. Paralelamente, melhora as condições de vida dos pets que não possuem nenhum tipo de abrigo.

Portanto, deve-se propor alternativas que reforcem a adoção de animais, reduzindo a taxa de abandono mostrada nas pesquisas. Então, cabe ao governo federal, através do ministério da saúde, em parceria com os setores familiares da sociedade, por meio campanhas de adoção e de castração em bichos de rua, como o comercial “cachorro falante” transmitido em 2011, otimizar tais razões de incentivo a adoção, a fim reduzirem o índice de cães e gatos de estimação em situação de rua.