Razões para incentivar a adoção de animais de estimação
Enviada em 22/06/2022
Durante a história, vários animais selvagens foram retirados de seus habitats e domesticados para satisfazer as necessidades humanas, consequentemente se tornaram incapazes de viver de maneira independente. Apesar disso, o abandono de bichos de estimação é um problema crescente no Brasil e mesmo os que vivem em canis e petshops não recebem toda a atenção devida, todos esses fatores realçam a importância da adoção.
Em primeiro lugar, evidencia-se o abandono de animais de estimação como um dos fatores que cooperam como problema. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, existem cerca de 30 milhões de animais abandonados no Brasil, sendo a maior parte por motivos financeiros, esses dados demonstram que apesar da vontade de muitos de criar um pet, faltam-lhes condições e os que tentam acabam abandonando-os depois. Fica claro, portanto, que a dificuldade econômica da população dificulta a adoção.
Ademais, vale ressaltar a baixa qualidade de vida em cativeiro como outro motivo para a adoção. No filme Madagascar, é possível ver como os animais do zoológico vivem em habitats pequenos, sem acesso ao espaço que teriam na natureza. Similarmente, pet shops e canis também demonstram problemas similares, além de seus animais deixarem de receber a atenção devida que receberiam em um lar e muitos até serem maltratados. Portanto, entende-se que a compra de animais desses locais apenas serve para financiar a indústria que cria esses problemas.
Em suma, em virtude dos argumentos apresentados, medidas são necessárias para resolver o problema. Nesse viés, cabe ao governo, através do apoio do doações, criar um órgão que recolhe animais de rua e trata devidamente deles, além de oferecer incentivos fiscais para pessoas que adotarem de lá, a fim de diminuir a população de bichos de rua e dar oportunidade de mais lares possuírem pets sem os limites de suas situações financeiras. Assim, por meio dessas medidas, será possível alcançar um Brasil que trata os animais com mais respeito, utilizando-se da adoção e da cooperação do próprio povo.