Razões para incentivar a adoção de animais de estimação

Enviada em 07/06/2022

A domesticação de animais teve início com o fim da vida nômade, na qual o ser humano tornava-se fazendeiro com os cuidados de algumas ovelhas para benefício próprio. Entretanto, anos após essa primórdia domesticação, esses criados passam a ganhar diferentes postos dependendo de qual animal estivesse em questão, co-mo os cachorros e gatos que tornaram-se membros das famílias. No entanto, ho-diernamente, evidencia-se a prática de mals tratos à animais. Assim, torna-se necessário discussões acerca das mazelas da compra de animais e os benefícios para a saúde associados à adoção de “pets”.

Primeiramente, é indubtável que o comércio de animais domésticos está atrelado à processos de molestia destes. Sob essa ótica, analisa-se que essa venda insere-se no mercado capitalista, no qual o animal torna-se uma mercadoria destinada a co-mercialização em larga escala com finalidade lucrativa. Nessa conjuntura, é percep-tível que o bem-estar do animal é negligenciado, com especificidade aos das fême-as, que são constantementes estupradas para gerarem filhotes e atender as de-mandas do mercado, à medida que os comercializadores prezam apenas o superá-vit. Portanto, conclui-se que a norma vigente é prejudicial para o reino animalia.

Outrossim, destaca-se o benesse físico e mental advindo com a adoção de anima-is. Para entender essa lógica, menciona-se um post no pinterest que afirma, como método efetivo para reduzir estresse, o ato de acariciar gatos. Diante disso, é pru-dente apontar que o estresse está relacionado com o desenvolvimento de algumas doenças como acidente vascular cardíaco (AVC), pois ele aumenta a produção de glóbulos brancos que acomete o entupimento de artérias, e depressão, pois ele au-menta a produção de cortisol associado à casos clínicos de tristeza. Dessa forma, é plausível inferir que a prática da adoção sucede-se com ganhos.

Por fim, em vista dos fatos supracitados, medidas devem ser tomadas. Logo, cabe ao governo criminalizar a venda de animais e garantir fiscalização rigorosa, por meio de decretos de leis, que punam aqueles que lucram com a venda de bichos, com o intuito de diminuir os mals tratos animais e garantir o bem-estar destes. Desse modo, poder-se-ia superar a venda alimária que se insere no modelo capitalista.