Questões relacionadas à prostituição no Brasil
Enviada em 10/11/2020
Desde os primórdios da humanidade, algumas pessoas se vendem por dinheiro, e, por isso, são denominados profissionais do sexo ou prostitutos(as). Certamente, esse trabalho garante uma boa renda, contudo, evidencia e gera alguns problemas na sociedade. E , dentre eles, destacam-se, respectivamente, a falta de empregos com carteira assinada e a disseminação de DSTs.
Antes de mais nada, vale ressaltar que o mercado de trabalho caiu bastante. Conforme dados do IBGE, existem 40,5 milhões de trabalhadores desempregados. Outrossim, segundo a Fundação Mineira de Educação e Cultura (FUMEC), desse total, 3,7% utilizam o corpo como fonte de renda. Ou seja, com a falta de empregos de carteira assinada, as pessoas procuram uma saída financeira e alguns a encontram na prostituição.
Sobretudo, cabe mencionar que a prostituição traz riscos a saúde, tanto do vendedor quanto do cliente. De acordo com levantamento realizado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (Unesp), mais de 70% das profissionais de sexo de Botucatu têm algum tipo de doença sexualmente transmissível (DST). Em resumo, a venda de relações sexuais evidencia, em grande parte, a falta de empregos e acarreta prejuízos à saúde.
Portanto, com o intuito de resolver os problemas que são gerados e evidenciados pelo aumento da prostituição, o governo municipal deve, por meio do dinheiro público, realizar construções que façam surgir novas oportunidades de emprego para que o número de desempregados diminua. Ademais, os prostíbulos devem garantir a proteção do cliente e do vendedor(a) com a compra de camisinhas e pílulas do dia seguinte. Dessa forma, índice de profissionais do sexo diminuíra e a segurança na relação sexual aumentará.