Questões relacionadas à prostituição no Brasil
Enviada em 01/05/2020
A Lana Almeida é uma mulher trans, youtuber e influenciadora digital, já esteve no mundo da prostituição e o motivo de ter entrado foi por falta de apoio familiar e porque precisava se sustentar. Analogamente, essa é a realidade de muitas pessoas no Brasil, a desigualdade social e a falta de oportunidades corroboram a entrada de muitos no mundo da prostituição. Dessa forma, deve-se analisar fatores que acarretaram ao acesso nesse trabalho.
Primeiramente, um dos principais motivos para entrar nesse mundo é a desigualdade social, a falta de dinheiro para sustentar a si mesma e a família. De acordo com a Fundação Mineira de Educação e Cultura, FUMEC, realizou-se uma pesquisa a qual revela que “28% das mulheres estão desempregadas e 55% necessitam ganhar mais para ajudar no sustento da família”. Logo, medidas como oportunidades de trabalho para famílias com baixa renda devem ser tomadas.
Outrossim, a falta de oportunidades para concluir a educação básica, limitam as possibilidades de empregos e por fim acabam como profissionais do sexo. Além disso, segundo a Fundação Mineira de Educação e Cultura, FUMEC, mostrou que “45,6% tem o primeiro grau de estudos e 24,3% não concluíram o Ensino Médio”. Nessa perspectiva, jovens não conseguem terminar os estudos para trabalhar, por isso programas devem ser criados como forma de ajudar esses alunos.
Portanto, é preciso que medidas sejam tomadas para resolver esse impasse. Diante disso, cabe ao Ministério do Trabalho, criar oportunidades para pessoas sem o Ensino Médio completo, como forma de não exclusão desses cidadãos, por meio de trabalhos que as empresas devem disponibilizar para eles, afim de conseguirem se sustentar e não recorrer a soluções mais perigosas. Ademais, o Ministério da Educação, deve incluir em seu cronograma atividades que incluem alunos com menos oportunidades, por meio de programas, como forma de não desistirem da escola, a fim de terminar os estudos e arrumar ótimos empregos.