Proteção da Floresta Amazônica: dever do Brasil ou do mundo inteiro?
Enviada em 09/12/2020
Machado de Assis, em sua fase realista, apesar de uma sociedade brasileira e teceu críticas aos comportamento egoístas e superficiais que caracterizam essa nação. Não longe da ficção, perceber-se aspectos semelhantes no que tange à questão da floresta amazônica. Nesse contexto, torna-se evidente como causas o desmatamento bem como como queimadas desenfreadas.
Em primeira análise, o descaso com a maior floresta tropical mostra-se como um dos desafios à resolução do problema. Segundo Sartre a razão reage o mundo. Entretanto, verifica-se que com o aumento do desmatamento gera impacto ao meio ambiente com grande diminuição de um bioma tão vasto e rico sendo um dos temas midiáticos nacional e internacional. Assim, uma pressão incisiva para uma mudança clara de rumo e não só de fala, ou grandes investidores podem deixar de existir com a floresta.
Além disso, a quantidade de queimadas sobem assustadoramente junto com a concentração de gases de efeito estufa, tornando a atmosfera sobre a floresta tropical mais seca, fazendo crescer a demanda por água e deixando os ecossistemas vulneráveis aos incêndios e própria seca. É o que afirma a NASA em advertência ao Governo Brasileiro após o estudo. As queimadas na Amazônia prejudicam a humanidade não sendo só uma questão de soberania nacional e sim mundial.
Logo, medidas estratégicas são necessárias para alterar esse cenário. E para que isso ocorra, cabe ao Ministério de Meio Ambiente e ao Conselho Nacional da Amazônia Legal buscarem com empresas brasileiras e investidores externos soluções conjuntas para uma melhora da questão ambiental com medidas enérgicas bem como uma exploração florestal consciente melhorando assim a imagem externa e interna do país chamado Brasil.